Diálise

Diálise
A Hemodiálise - sala de hemodiálise com seus respectivos aparelhos

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Questões 1a Série Caderno do aluno vol.1

                             
                                       Questões

                Assinale somente a alternativa correta

1) Pode ser considerado uma transformação química:

a) a evaporação do álcool em contato com a pele.
b) o derretimento de um sorvete ao sol.
c) a mistura de suco em pó com água e açúcar.
d) a queima do gás metano.

2) Pode ser considerado uma transformação física:

a) a queima de uma vela.
b) ferver água.
c) a queima do álcool.
d) a calcinação do calcário.

3)  A transformação que envolve energia térmica é:

a) enferrujamento de uma barra de ferro exposta ao ar livre.
b) diluição do álcool etanol 96% a 70 % em água.
c) a calcinação do calcário.
d) a hidratação da cal viva transformando a em cal extinta.

4) Nos fenômenos endotérmicos (endo = para dentro) ocorre a absorção de energia na forma de calor pela substância. Ao aquecer uma porção de sulfato de cobre penta-hidratado ele desidrata e a cor azul característica de sua aparência, passa para a cor branca.
 
a) Nessa transformação a energia é absorvida e portanto o processo é endotérmico.
b) Nessa transformação a energia é absorvida e portanto o processo é exotérmico.
c) Nessa transformação a energia é dissipada e portanto o processo é endotérmico.
d) Nessa transformação a energia é estática e portanto o processo é exotérmico.

5) O fator tempo está relacionado com as transformações químicas. Pode ser considerada uma reação química instantânea:

a) a calcinação do calcário num período de horas.
b) a oxidação natural de uma moeda de cobre.
c) a explosão da gasolina no interior do motor de um carro.
d) a evaporação de toda água em ebulição de um béquer em aquecimento.

6) As matérias primas empregadas na produção da cal são:

a) Calcário CaCO3, que é o material a ser transformado e carvão o material de calcinação.
b) Cal viva CaCO3, que é o material a ser transformado e carvão o material de calcinação.
c) Cal extinta CaCO3, que é o material a ser transformado e carvão o material de calcinação.
d) Carvão, que é o material a ser transformado e Calcário CaCO3 o material de calcinação.
e) Calcário CaO, que é o material a ser transformado e carvão o material de calcinação.

7) Consulte o caderno do aluno volume 1 e responda. Nos fornos modernos um quilograma de carvão produz:

a) 3,2 mg de cal.   b) 32 g de cal.   c) 3,2 m³ de cal.    d) 1,0 kg de cal.   e) 3,2 kg de cal.

8) A equação do processo de calcinação é representada pela seguinte equação:

Assinale somente a alternativa correta.
a) Calcário ...+ .... calor .....................cal hidratada + gás metano.
b) Carvão ....+ .....calor  .....................cal viva + gás carbônico.
c) Calor .......+ ......carvão  ..................cal viva + gás carbônico.
d) Calcário...+ .....calor ......................cal extinta + gás argônio.
e) Calcário...+ .....calor ......................cal viva + gás oxigênio.

9) 1 mol de carbono grafite ou carvão puro ao queimar libera 94,059 kcal. Quanto liberará em calorias uma grama de carvão puro?
Dado: 1 mol de carbono = 12 g.

a) 78 kcal.............b) 17,8 kcal...............c) 7,8 kcal…………d) 7,8 cal…........e) 78 cal.

10) O elemento químico principal do composto cal virgem que apresenta a estrutura molecular (CaO) é o:
a) oxigênio............................................... d) cálcio.
b) carbono................................................ e) ferro.
c) magnésio.

Conteúdo programático 2011

Planejamento das Aulas 

Conteúdo Programático

Planejamento das aulas da 1ª Série 

1º Bimestre

1 - O Estudo da Matéria


Interações e transformações (caderno do prof. e do aluno - química 1ª série vol. 1 p.3), fatores nas transformações (química 1ª série vol. 1 p.14), fusão (química 1ª série vol. 1 p.24), ebulição (química 1ª série vol. 1 p.24), densidade (química 1ª série vol. 1 p.31), energia, solubilidade (química 1ª série vol. 1 p.32), a produção e uso da cal (química 1ª série vol. 1 p.3), produção de álcool (química 1ª série vol. 1 p.21), produção do ferro (química 1ª série vol. 1 p.21), produção de aço e do cobre. Ver também. (Química. Vol. 1, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p. 75 a 101) e (Tito e Canto – Química. Vol. 1, 2ª ed. p. 12 a 63).

2 - O Estudo do Átomo


As idéias do modelo atômico de John Dalton sobre a constituição da matéria (caderno do prof. - química 1ª série vol. 2 p.41), Thomson, Rutherford, Bohr, Sommerfeld, Chadwick, o átomo atual, dimensões, massa, número atômico, prótons, nêutrons, elétrons. Isótopos, isóbaros, distribuição eletrônica, ligações químicas (Química. Vol. 1, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p. 12 a 72) e (Tito e Canto – Química. Vol. 1, 2ª ed. p. 77 a 107).

2º bimestre

1 - A Tabela Periódica


A linguagem química e a construção da tabela periódica (caderno do prof. - química 1ª série vol. 3 p.3). Os primeiros modelos da tabela periódica, os períodos e as colunas da tabela periódica, lantanídios, actinídios, os metais, os metais de transição, os semi-metais, os não metálicos, (os gasosos). As propriedades periódicas dos elementos químicos. Ver também. (Química. Vol. 1, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p. 111 a 133) e (Tito e Canto – Química. Vol. 1, 2ª ed. p. 115 a 153).

2 – Balanceamento


As massas nas transformações químicas conservação e proporção em massa (caderno do prof. - química 1ª série vol. 2 p.13). Reações balanceadas e não balanceadas.

3º bimestre

1 – Funções Químicas

Ácidos: definição, exemplos, formação dos ácidos, utilização, classificação, nomenclatura.
Bases: definição, exemplos, utilidades, classificação, nomenclatura.
Sais: definição, exemplos, ocorrência na natureza, utilização, formação, sais solúveis insolúveis em água, nomenclatura.
Óxidos: definição, exemplos, importância dos óxidos, ocorrência dos óxidos na natureza, efeitos, utilização, classificação, nomenclatura. (Química. Vol. 1, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p. 188 a 216).

4º bimestre

1 - Cálculos Químicos


As quantidades ideais de reagentes e produtos envolvidos numa transformação química (caderno do prof. - química 1ª série vol. 3 p.19). Cálculo das massas, unidade de massa atômica, mol, quantidade de matéria e sua unidade mol, número de mol (caderno do prof. - química 1ª série vol. 4 p.3), cálculo das porcentagens, cálculo da fórmula mínima, estequiometria das reações, cálculo das proporções em massa numa transformação.

Planejamento das aulas da 2ª Série

1º Bimestre

1 - O Estudo da Água.

Conceitos de pureza e potabilidade (caderno do prof. química 2ª série vol. 1 p.11), calor específico, densidade, solubilidade, condutividade (cad. do prof. química 2ª série vol. 1 p.25), ebulição; (caderno do prof. química 2ª série vol. 1 p.), até quanto um sólido é solúvel na água? (caderno do prof. - química 2ª série vol. 1 p.19)

2 - O Estudo das Soluções


Definição, concentração, tipos de concentrações, misturas, densidade, molaridade, concentração em PPM. Concentração de oxigênio dissolvido na água (cad. do prof. - química 2ª série vol. 1 p.45).

2º bimestre

Propriedades Coligativas


Pressão de vapor, ebulição, dos líquidos puros, congelamento dos líquidos puros, osmometria. (Química. Vol. 2, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p. 59 a 92).

3 - Termoquímica


Energia, calor, termodinâmica, termoquímica, caloria e unidades de quantidades de calor, calorimetria da água, transformações químicas; uma questão de quebra e formação de ligações (caderno do prof. - química 2ª série vol. 2 p.37).

3º bimestre

Cinética química


A velocidade das reações químicas, conceitos fundamentais, a velocidade e a estequiometria das reações. Efeito temperatura, eletricidade, luz (fotoquímica). (Química. Vol. 2, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p. 144 a 177).

4 – Eletricidade - Eletrólise


Pilhas, pilha de Daniel, pilha de Leclanché, transformações químicas que ocorrem com envolvimento da eletricidade (caderno do prof. - química 2ª série vol. 4 p.9), estudando o processo de eletrólise (caderno do prof., química 2ª série vol. 4 p.14). Galvanização, cromação. (Química. Vol. 2, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p.333 a 363).

4º bimestre

Equilíbrio Quimico

7 - Equilíbrio das Reações
Equilíbrio químico, reações reversíveis, constante de equilíbrio, concentração dos participantes no equilíbrio, pressão total do sistema, catalisador, equilíbrio iônico. Velocidade de uma transformação Química.

Planejamento das aulas da 3ª Série 

1º Bimestre

1 - A Atmosfera – Gases


Conceitos gerais sobre os gases, volume, volume molar, forma, pressão, densidade, temperatura, transformações isotérmicas, isobáricas, isométricas, equação geral dos gases. A pressão atmosférica e a sua influência na temperatura de ebulição das substâncias (caderno do prof. - química 2ª série vol. 3 p.27)

2 - Produção da Amônia


A produção da amônia a partir dos gases nitrogênio e hidrogênio (caderno do prof. - química 3ª série vol. 1 p.9) Influencia das variações da temperatura e pressão em sistemas em equilíbrio químico (caderno do prof.- química 3ª série vol. 2 p.34).

2º Bimestre


1 - O Estudo do pH

Entendendo a escala do pH (caderno do prof. - química 3ª série, vol. 2 p.14). Conceitos de pH e pOH (Química. Vol. 2, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p.228) cálculo de pH e pOH, pH e a concentração das soluções químicas (Química. Vol. 2, 6ª ed. - Ricardo Feltre, p.234).

3º bimestre

2 - Introdução ao Estudo da Química Orgânica


Cadeias carbônicas: definição, modelos de cadeia. Alcanos: definição, usos, nomenclatura e reações de transformações químicas. Alcenos: definição, usos, nomenclatura, isomeria, polímeros e reações de transformações químicas. Alcinos: definição, usos, nomenclatura isomeria, polímeros e reações de transformações químicas. Alcadienos: definição, usos, nomenclatura, isomeria polímeros e reações de transformações químicas. Hidrocarbonetos aromáticos: definição, usos, nomenclatura isomeria, polímeros e reações de transformações químicas (Tito e Canto – Química. Vol. 3, 2ª ed.).

4º bimestre

Química Orgânica


1 - Alcoóis: definição, usos, nomenclatura e reações de transformações químicas. Aldeídos, Cetonas definição, usos, nomenclatura, isomeria e reações de transformações químicas, Ácidos carboxílicos, Ésteres sabões, lipídios, definição, usos, nomenclatura, reações de transformações químicas, Açúcares e Proteínas, definição, usos, nomenclatura isomeria, polímeros e reações de transformações químicas (Tito e Canto – Química. Vol. 3, 2ª ed.) O Uso da Biomassa - Desequilíbrio Ambiental, perturbação da biosfera, (caderno do prof.- química, 3ª série vol. 4 p.10 a 44).

Prof. Antonio

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Interações e Transformações


Exercícios

Baseado no caderno  do aluno 3° ano, volume 1.

1) O gás nitrogênio é obtido de onde o por qual processo?


a) De jazidas minerais, por cristalização.

b) Do ar,  por destilação fracionada.


c) Da água,  por destilação simples.

d) Do solo,  por decantação e floculação.

e) Do ar,  por pirólise.

2) O gás nitrogênio tem sua aplicação no cotidiano do ser humano:

Assinale apenas a alternativa correta.


a) no preparo de pães e bolos, para confecção de tecidos, como gás de enchimento de balões.
b) como material combustível, como adubo orgânico de plantações, na preparação de tintas e vernizes. 

c) contra incêndios, uso na industrial alimentícia, química, elétrica e metalúrgica, para evitar oxidação, uso na conservação de embriões, na preparação de fertilizantes e amônia. 

d) na preparação do solo para o plantio, do solo como adubo inorgânico, uso na preparação de metais das mais variadas ligas.

e) para acelerar reações e conseguir um menor o tempo em que os produtos finais poderão ser formados, daí a maior será a rapidez da reação.


3) O gás argônio é extraído de onde e é obtido puro por qual processo?



a) De combustíveis fósseis, por processo de eletrólise.

b)de jazidas de urânio e tório, por deionização.

c) do ar, por destilação fracionada.

d) do ar, por pressão osmótica.

e) do ar por ignição eletrolítica.


4) Local e método para obtenção do gás neônio:

a) de combustíveis fósseis, por processo de eletrólise.

b) de jazidas de urânio e tório, por deionização.

c) do ar, por destilação fracionada.

d) pelo resfriamento do ar de onde é retirado e destilação do liquido.


e) do ar por ignição eletrolítica.


5) O hélio é um dos gases atmosféricos que segundo fontes de informações está se tornando cada vez mais difícil sua obtenção para uso comercial. Podemos dizer que a quantidade de partículas desse gás na atmosfera em ppm é de:


a) 524 ppm (partículas por milhão).

b) 5,24 ppm (partículas por milhão). 

c) 52,4 ppm (partículas por milhão). 

d) 5,24 ppb (partículas por bilhão).

e) 0,0524 pL. (partículas por picolitros).




6)  Numa substância diatômica em que ambos os átomos são iguais, como por exemplo a molécula do gás cloro (Cl2), não há formação de pólos na sua estrutura porque há equilíbrio de cargas por serem iguais, não há diferença de eletro negatividade. Essa molécula com relação a sua carga pode ser chamada de:


a) muito polar.
b) pouca polaridade.

c) apolar.

d) polaridade instantânea.



e) fracamente polar.

7)  Se cada átomo de uma molécula biatomica apresentar a mesma eletronegatividade, a mesma força elétrica, as nuvens eletrônicas de cada um deles estiverem bem distribuidas ao redor do núcleo deles, podemos então dizer que quanto a diferença de carga elétrica, as moléculas dos gases nitrogênio, oxigênio e hidrogênio são:



a) muito polares.

b) de pouca polaridade.

c) dipolares.
d) apolares. 

e) de polaridades instantâneas.


8) Certo gás apresenta as seguintes temperaturas: -107 ºC e -112 ºC. Podemos dizer que a temperatura de ebulição desse gás:


a) é menor que -107 ºC.

b) é menor que -112 ºC.

c) é igual ou superior a -107 ºC.

d) é igual a -112ºC.

e)  é inferior a -107 e  -112 ºC.


9) Ao resfriar o ar e seus componentes a -190 ºC o gás que se apresentara no estado sólido é o:


a) Oxigênio (O2) - ebulição -183 ºC e fusão -219 ºC.

b) Nitrogênio (N2) – ebulição -196 ºC e fusão -210 ºC.

c) Argônio (Ar) – ebulição -186 ºC e fusão -189 ºC.

d) Hélio (He) – ebulição -269 ºC e fusão -272 ºC.

e) Hidrogênio (H2) ebulição -253 ºC e fusão -259 ºC.


10) Observe a tabela abaixo.

 temperatura
 pressão
 200
 300
 400
  500
 400
 38,7
 47,8
 58,9
 60,6
 450
 27,4
 35,9
 42,9
 48,8
 500
 18,9
 26,0
 32,2
 37,8
 550
 12,8
 18,4
 23,5
 28,3
 600
 8,80
 13,0
 17,0
 20,8


A tabela mostra as diferentes temperaturas e pressões para a produção do gás amônia. A melhor pressão e temperatura para a produção da amônia é:


a) 600 ºC e 200 atm.


b) 400 ºC e 200 atm.

c) 450 ºC e 300 atm.

d) 400 ºC e 500 atm.

e) 600 ºC e 500 atm.


11) Sabendo que 1 N2 (28,0 g) e 3 H2 (6,0 g) produz 2 NH3 (34,0 g) numa reação em que se aproveita 100% dos reagentes. Quanto produzirá de amônia 100,0 g de N2 com aproveitamento 60 %?


a) 72,84 g.

b) 34,0 g.


c) 172,8 g.

d) 60,0 g.

e) 121,4 g.


12) A equação correta e balanceada da produção da amônia é:


a)  N     +     H2          =        2 NH3 .

b) 1 N2   +   2 H        =        2 NH3 .

c) 3 N2   +   3 H         =       3 NH3.

d) 2 N2   +   1 H2         =       1 NH3.

e) 1 N2   +   3 H2         =       2 NH3.


13) De dois comprimidos antiácidos efervescentes, tipo sal de fruta Eno, um foi triturado em partículas pequenas e o outro foi deixado inteiro. Dos dois comprimidos, o que possui a maior superfície de contato é:

a) o que foi deixado inteiro porque sua superfície está intacta.
b) os dois por possuírem a mesma superfície de contato porque possuem a mesma massa. 
c) o comprimido triturado possui menor superfície de contato porque foi reduzido a partículas pequenas.
d) o comprimido triturado porque suas partículas pequenas proporcionam o aumento dessa
área superficial.
e) o comprimido inteiro porque seus lados permanecem inteiros portanto com maior área.   

Fatores Ligados ás Interações e Transformações

Fator Energia nas Transformações
(caderno do aluno - química 1ª série, vol. 1, p. 6).

Energia Térmica
(caderno do aluno - química 1ª série, vol. 1, p. 14).

A energia térmica transforma o calcário em cal viva.

a) A reação de transformação e produção da cal por energia térmica pode ser representada:

CaCO3(s........+ ..... 900°C.........CaO(s) ....+ ......CO2(g)
Calcário ..... + .......Energia ......Cal viva.....+......Gás carbônico

A energia térmica transforma o minério hematita em ferro gusa.

b) A reação de transformação e produção do ferro gusa por energia térmica pode ser representada:

Fe2O3(s)......+......CO(g) ......+......1600°C ........Fe(l) ....+...CO2(g)
ou
Fe2O3(s)..+..CO(g)..+..CaCO3.+.1600°C.Fe(l).+.CO2(g).+.CaSiO3
Hematita......Monóxido ..Calcário..............Ferro...Dióxido...Silicato
.......................de ..................................metálico....de
....................carbono.........................................carbono

c) A energia térmica transforma a areia, (pó de quartzo) em vidro na sua produção industrial.

A reação pode ser representada:

SiO2....+....Na2CO3....+....CaCO3....+....1000°C......Vidro
Quartzo......Barrilha..........Calcário

O Fator Tempo Nas Transformações
(caderno do aluno - química 1ª série, vol. 1, p. 15).

Transformações Instantâneas e não Instantâneas

Instantâneas

Combustão do gás metano

CH4..........+..........O2 ---------------CO2......+......H2O
Gás metano .gás oxigênio ----gás carbônico ....água

Combustão do gás hidrogênio

H2 ...........+ ...........O2 ------------------H2O
Gás hidrogênio gás oxigênio ...........água

Reação do ácido clorídrico com magnésio sólido

HCl ......+ ......Mg ---------- MgCl2 ....+ .......H2
Ácido ......Magnésio .......Cloreto de .......Gás
clorídrico........................ magnésio ...hidrogênio

Fator Revertibilidade Nas Interações e Transformações Químicas
(caderno do aluno - química 1ª série, vol. 1, p. 18).

Reações Revertíveis

a ) Produção da amônia

N2 ...........+ ...........H2 --------------- NH3
Gás.................... Gás ..............Gás amônia
Nitrogênio .........Hidrogênio

NH3 --------------- N2 ......+ ......H2
Gás.................. Gás .............Gás
amônia ........nitrogênio ......hidrogênio

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vídeos - Reação de Transformação

Reações de Transformação

Caderno do professor e do aluno, química vol. 1, p. 9 e 10
Recomendo assistir os três vídeos abaixo do You tube

You tube - HCl + CaCO3
You tube – Mg plus HCl equals hydrogen plus MgCl2.. lol..
Phản ứng Fe+CuSO4.

You tube - HCl + CaCO3
(Clicar no segundo vídeo que aparece na tela de You tube (é o mais fácil de se entender)
Vídeo 1 - Nessa reação o professor coloca em um tubo de ensaio preso em um suporte, que contém uma solução de ácido clorídrico, uma porção sólida de carbonato de cálcio. Ocorre uma reação instantânea com muita efervescência. É o desprendimento imediato de gás carbônico. No final da reação do ácido clorídrico com carbonato de cálcio, os produtos finais são: gás carbônico (CO2), água (H2O) e bicloreto de cálcio (CaCl2).

You tube – Mg plus HCl equals hydrogen plus MgCl2.. lol..
(Escolher o segundo vídeo da tela do You tube quando você entrar)
Vídeo 2 - Observação nesse vídeo é o professor e o auxiliar que faz o teste. A prática está incorreta não se deve ficar segurando com as mãos nenhum objeto em que está ocorrendo uma reação química. Qualquer experiência deve ser feita em bancadas firmes com os objetos utilizados presos em suportes.

Nessa experiência o professor já colocou o magnésio sólido na solução de ácido clorídrico no tubo abaixo, ocorre à reação, e ele está segurando uma pipeta que está dentro do tubo de ensaio abaixo. A pipeta está próxima à superfície da solução em reação no interior desse tubo captando o gás hidrogênio que está se formando. Na extremidade superior da pipeta está outro tubo de ensaio invertido, com a boca para baixo armazenando o gás coletado pela pipeta. Ao terminar a reação o professor retira o tubo invertido da extremidade superior da pipeta e manda o auxiliar acender um fósforo na boca do tubo de ensaio virado com a boca para baixo, para não deixar o gás hidrogênio escapar, o fogo provoca uma pequena explosão perceptível apenas pelo som que emite devido ser muito rápida. O gás hidrogênio é muito energético.
A reação que aconteceu foi á seguinte: Adicionou-se magnésio sólido em solução de ácido clorídrico e houve a formação de gás hidrogênio (H2) e bicloreto de magnésio (MgCl2).

Phản ứng Fe+CuSO4.
Video 3 - Este vídeo foi o melhor que encontrei, está em alemão mas dá para compreender a reação que acontece. O professor pesa um prego de ferro numa balança, depois disso mergulha na solução da sulfato de cobre diluido ou sulfato de cobre ionizado, o cobre livre da solução começa a migrar para o prego recobrindo-o com uma camada que se torna bem perceptivel. Logo após deixa secar e faz nova pesagem do prego que se revela mais pesado que antes ( ganhou massa

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Estudo das Soluções

                                  Soluções

                       O Estudo das Soluções

Solução – Definição

Solução compreende uma mistura homogênea  entre soluto e solvente com polaridades, formando uma única fase. A solução pode ser composta por duas ou mais substâncias e a substância principal que está em maior quantidade é o solvente. Considera-se que as partículas que compõem os solutos dissolvidos na solução tenham menos que 100 nanômetros de diâmetro. Ela deve deixar passar a luz através e também não pode ser filtrada nem mesmo por filtros de porosidades muito pequena. Uma solução quando em um recipiente como um copo contendo a solução de sal com água, deve apresentar transparência, isto é; você olhando de um lado não apresente opacidade e possa enxergar através da solução o outro lado do copo, salvo em certas soluções muito escuras como refrigerantes tipo cola e outras.

Solução é uma mistura entre soluto e solvente.
A água potável é uma solução muito diluída, contendo gás oxigênio (O2), gás carbônico (CO2) e vários sais minerais diluídos.
O copo de refrigerante ao lado é uma solução.

Tipos de Soluções
Solução gasosa
O ar o ar é composto por diversos gases: gás nitrogênio (N2), oxigênio (O2),  argônio (Ar), hélio (He), neônio (Ne), criptônio (Kr), xenônio (Xe), radônio (Rn), gás hidrogênio (H2), carbônico (CO2) , monóxido de carbono (CO). Outros gases podem aparecer em certas áreas ou regiões localizadas do planeta como o dióxido de enxofre (SO2), metano (CH4) em certos locais urbanos ou industrializados ou de concentração de animais pode aparecer traços de amônia (NH3),  gás cloro (Cl2), á parte, o  flúor pode ir para atmosfera na forma do gás freon.


Solução Líquida

Água do mar é uma solução com muitos sais dissolvidos na sua composição: cloreto de sódio, e gases: nitrogênio, oxigênio, gás carbônico, além dos íons cloreto (Cl-), sódio (Na+), Sulfato (SO²4), íons de cálcio (Ca²+), magnésio (Mg²+), potássio (K+).

Soluções Líquidas Diluídas
 A água normal potável é uma solução muito diluída, contendo gás oxigênio (O2), gás carbônico (CO2) e vários sais minerais diluídos o cloreto de sódio sais de cálcio, de magnésio de potássio em quantidades baixíssimas caso contrário mudaria a composição ideal. 
A água mineral potável apresenta, dependendo da região em que é extraída diferentes composições químicas de sais dissolvidos. Observando o rótulo de certa água mineral comercial, este apresentava as seguintes composições para os sais dissolvidos: sulfato de estrôncio em 100 mililitros ( SrSO4) ) 0,225 mg, o sulfato de cálcio (CaSO4) 1,584 mg, bicarbonato de cálcio (CaCO3) 10,272 mg, bicarbonato de magnésio ( MgCO3) 3,652 mg, bicarbonato de potássio (KCO3) 0,640 mg, bicarbonato de sódio (Na2CO3) 3,740 mg,  cloreto de sódio (NaCl) 1,162 mg, fluoreto de sódio (NaF) 0,052 mg, fluoreto de lítio (LiF) 0,008 mg e óxido de zinco (ZnO) 0,001 mg.

                                                          Exercícios

1) Sabendo que a água mineral citada acima contém os valores desses sais apresentados em miligramas por 100 mililitros, quanto desses mesmos sais se apresentará em gramas em um litro dessa água?

Solução Sólida

O ouro 18 quilates é uma mistura de dois metais que pode ser considerado uma solução sólida contendo 75% de ouro e 25 % de cobre, ou ainda pode conter 12,5 % de cobre e 12,5% de prata.

Solvente e Soluto

Solvente é o que dissolve o soluto, por exemplo: a água é o solvente do sal cloreto de sódio (NaCl) que é o soluto sendo dissolvido na água.

Soluto é o cloreto de sódio (NaCl) sólido, na forma de cristal,  na água sofre ionização liberando o ânion (Cl-) cloro e o cátion sódio (Na+) 

Soluções que Conduzem Eletricidade

Soluções Iônicas ou Eletrolíticas.

As soluções iônicas ou eletrolíticas são formadas por ácidos, bases e sais e conduzem eletricidade.

Concentração das Soluções – Soluções Concentradas e Diluídas

Concentração Comum
Definição
Podemos definir concentração comum como a massa do soluto em gramas presente em uma solução; sendo que esse soluto é diluído completamente pelo solvente.
Essa concentração pode ser representada pela expressão:

Onde:
C = concentração
m = massa da solução
v = volume da solução

Aplicação da fórmula.


1) O técnico de laboratório ao preparar uma aula prática, deseja saber quanto contém de massa do soluto, um balão volumétrico com 1,2 L de uma solução aquosa de concentração 4,0g/L. Para isso deve-se calcular a massa desse soluto.  


Ou pela regra de três:
Soluções Diluídas

Soro fisiológico (Cloreto de sódio 0,9%): funciona como solução isotônica na limpeza e hidratação local da fossa nasal, olhos e lentes de contato, utilizado na assepsia pessoal,  e clínica, é aplicado em pacientes nos hospitais na reposição de eletrólitos.
                                                                    
Soluções Concentradas

Solução de nitrato de prata (KNO3) 31,6g em 100 mL de água é uma solução que nessa proporção se encontra no limite de saturação, a concentração do soluto totalmente diluído na solução é alta nesse caso.

Soluções Saturadas
Solução de nitrato de prata (KNO3) 40,0g em 100 mL de água. Nesse ponto ocorre a presença de soluto não diluído no fundo do recipiente, o soluto na solução passou do limite de diluição, portanto houve sobra e a presença de sólido é visível .

                                                  Exercícios
1) O soro fisiológico é utilizado nos hospitais na reposição de eletrólitos, nas pessoas debilitadas por perda de líquidos corporais ou ainda por aqueles que sofreram perda de plasma sanguíneo, na desidratação por vários motivos, um dos quais pode ser a diarreia (aumento das evacuações). Tem sido servido na higiene pessoal, na constipação nasal, em rinites. No entanto não é recomendado o uso de solução salina em muitos casos, por tempo prolongado pelo motivo de causar sérias consequências como já foi comprovado por médicos experientes. Na limpeza de ferimentos pode ser usado, as lentes de contato devem ser lavadas com a solução salina pois a concentração da solução está relativamente proporcional á da lágrima, é usado nas lavagem do olho quando este está avermelhado, é também empregado em laboratórios nos preparados de microscopia. 
Observação nunca prepare solução fisiológica com o sal caseiro pois este não é um sal puro e contém iodo e outros componentes que o torna impuro. O sal para preparo da solução fisiológica dever ser P.A. com selo de comprovação de pureza.


Calcule o quanto de sal cloreto de sódio (NaCl) você utilizaria para:
a) preparar uma solução fisiológica 0,9%.
b) preparar 250 mL de solução fisiológica 0,9%.
c) preparar 0,5 L de solução fisiológica 0,9%.
d) preparar 0,75 L de solução fisiológica 0,9%.
e) preparar 1,0 L de solução fisiológica 0,9%.


2) Uma solução salina hipertônica pode ser preparada com a concentração de 7 a 7.5% de sal cloreto de sódio. Pode ser empregado na sepses grave ou choque séptico e ajuda também em casos de perfusão de tecidos na sepse. Velasco et al. descreveram o uso de solução salina hipertônica (SSH) a 7,5% no choque hemorrágico experimental. Segundo o Médico Peter Bye, especialista e Director de cuidados de fibrose quística (cística) do Royal Prince Alfred Hospital em Sydney, Austrália, a solução salina hipertônica pode ser usado em nebulizador por pouco período de tempo em pacientes com fibrose quística, pois o sal atrai água e ajuda a repor a umidade de revestimento da cavidade respiratória e ao mesmo tempo favorece temporariamente a remoção do muco e consequente limpeza do pulmão. No entanto pesquisas recentes não comprovaram que é seguro essa pratica por período de longo tempo e existe outro porém, essa solução não é preparada comercialmente em larga escala por laboratórios especializados e industrializados. 

Observação: você que é leigo não faça experiência acerca desse método sem o parecer de um médico especialista no assunto. Pessoas hipertensas ou com outros problemas relativos á concentração de sal no organismo podem sofrer grave risco de vida.   

Calcule o quanto de sal cloreto de sódio (NaCl)  você utilizaria para:
a) preparar 50 mL de solução salina hipertônica 7,5%.
b) preparar 100 mL de solução salina hepertônica 7,5%.
c) preparar 125 mL de solução salina hepertônica 7,5%.
d) preparar 0,25 L de solução salina hepertônica 7,5%.
e) preparar 0,750 L de solução salina hepertônica 7,5%.


3) Em condições normais do ambiente, qual é o máximo de sal cloreto de sódio (NaCl) que você deve colocar em 100 mL do solvente água para que a solução se torne saturada e a partir dessa concentração não dilua mais o sal que se queira colocar?


a) 100 mg
b) 50 g
c) 36 g
d) 40 g
e) 18 mg
                                 A Densidade de Uma Solução
Definição
A densidade de uma solução é dada pela massa em gramas do soluto presente nessa solução dividida pelo seu volume. É dada pela expressão:

                                             Exercícios 
 1) Sabendo-se que num laboratório há quatro substâncias armazenadas em quatro frascos, o primeiro com 780 mL, o segundo com 550 mL, o terceiro com 840 mL, e o quarto com 900 mL cada, distintos sem rótulos e sem qualquer identificação. Há a necessidade de se identificar cada uma das três substâncias. O que devo fazer nesse caso para reconhecer cada uma das substâncias? 

Resolução:

Primeiro passo, a pesagem dos quatro frascos.

Pesagem do primeiro frasco = 553,8 gramas de conteúdo.
Pesagem do segundo frasco = 814,0 gramas de conteúdo.
Pesagem do terceiro frasco = 663,6 gramas de conteúdo.
Pesagem do quarto frasco = 900,0 gramas de conteúdo.

Segundo passo, aquecimento da substância até o seu ponto de ebulição.

Medida do ponto de ebulição da primeira substância = 35 ºC.
Medida do ponto de ebulição da segunda substância =  61,2 ºC.
Medida do ponto de ebulição da terceira substância = 78,4 ºC.
Medida do ponto de ebulição da quarta substância = 100 ºC.

Terceiro passo: congelamento das substâncias em um refrigerador comum, caso não exista outro meio de congelamento. Nesse caso foi a -10ºC. Após o congelamento tomada das medidas do ponto de fusão.

Ponto de congelamento a -10 ºC da primeira substância: não houve - sem ponto de fusão.
Ponto de congelamento a -10 ºC da segunda substância: não houve - sem ponto de fusão.
Ponto de congelamento a -10 ºC da terceira substância: não houve - sem ponto de fusão.
Ponto de congelamento a -10ºC da quarta substância, ocorreu - ponto de fusão = zero graus Celsius aproximadamente.

Quarto passo: cálculo das densidades das substâncias testadas.




Quinto passo: a comparação da massa, densidade e dos pontos de ebulição e fusão dessas substâncias com uma tabela original e seus respectivos valores.
Primeira substância - massa = 553,8 g, densidade = 0,71 g/mL, ponto de ebulição = 35 ºC, fusão......? valor da tabela = -116 ºC = éter.
Segunda substância - massa = 814,0 g, densidade = 1,48 g/mL, ponto de ebulição = 61,2 ºC, fusão......? valor da tabela = -63,5 ºC = clorofórmio.
Terceira substância - massa = 663,6 g, densidade = 0,79 g/mL, ponto de ebulição = 78,4 ºC, fusão......? valor da tabela = -114,3ºC = álcool etílico.
Quarta substância - massa = 900,0 g, densidade = 1,0 g/mL, ponto de ebulição =  100 ºC, fusão = 0 ºC. = água. 

                                 Concentração Molar

1) Dado a estrutura do composto iônico cloreto de sódio (NaCl), somando as massa dos elementos químicos componentes temos 1 mol.  
Na = 23; Cl = 35,5



2) Colocando 58,5 gramas de cloreto de sódio em 1 litro de solução, temos a concentração um molar.



3) Dado a estrutura da molécula da glicose, (C6H12O6), somando as massa dos elementos químicos componentes temos 1 mol. 



4)  Colocando 180,0 gramas de glicose em um litro de solução temos a concentração um molar.



         Calculando a molaridade de uma solução 

5)  De um balão volumétrico com a solução de concentração 25,0 g/L de hidróxido de sódio (NaOH), foi retirado 40 mL dessa solução e adicionou-se água até completar o volume de 140 mL. Qual é a concentração dessa solução agora?

Resolução


1L = 1000 mL - 40 mL = 960 mL


A molaridade da solução sem adicionar água será:


Ao ser retirado os 40 mL da solução inicial não ocorre a mudança da concentração molar.

25,0 g em 1000 ml de solução = 0,625 molar. 

24,0 g em 960 ml de solução = 0,625 molar.

Ao adicionar 140 mL de água à solução:



A concentração final da solução fica:





A Concentração Molar de Uma Solução Pode Ser Dada Pela Expressão:

  
Onde: M = molaridade
           n1 = número de mol do soluto  
           V  = volume da solução em 1 litro

   

Para melhor entendimento do uso da equação, vamos aplicá-la num exercício bem fácil.


1) Num béquer há preparado um litro de solução 0,2 mol de açúcar sacarose. Pergunta-se: qual é molaridade da solução?  


A molaridade da solução será 0,2 mol/L.


                                     Bibliografia



Reposição de volume na sepse com solução salina hipertônica

www.scielo.br/pdf/rbti/v20n3/v20n3a10.pd