Diálise

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A Hemodiálise - sala de hemodiálise com seus respectivos aparelhos

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Bases

                                            Bases

A Definição de Bases


As bases aparecem na natureza como substâncias alcalinas com características próprias como: ter o sabor amargo, apresentar adstringência causando uma sensação de amarrar a boca, como no caso de algumas frutas verdes ou algumas outras substâncias na qual entramos em contato. Outra característica é a de serem untuosas, ou escorregadias semelhante ao sabão quando em contato com a pele. São opostas aos ácidos, especialmente as bases e ácidos de Arrhenius que ao entrarem em contato entre si, reagem instantaneamente principalmente, se são bases fortes interagindo com ácidos fortes. Do resultado dessa transformação, ocorre a geração de sais e água.

Substâncias Alcalinas

Há uma série de substâncias de caráter básico ou alcalino que estão presentes no nosso cotidiano, o sangue no nosso corpo é tamponado com o pH por volta de 7,2, a água do mar com os diversos sais diluídos é tamponada com o pH por volta de 7,4 a 8,5, os cremes dentais geralmente contém bicarbonato de sódio que clareia os dentes e eleva o pH que por consequência ajuda a  eliminar germes presentes na boca que necessitam desse ambiente ácido, a clara de ovo formada pela sua maior parte por albumina possui o pH por volta de 7,9,  a tintura de cabelo pH de 6 a 8 que favorece a penetração do corante no fio de cabelo, leite de magnésia pH acima de 10,0 é uma clássica substância alcalina, água de cal possui o pH por volta de 10,4, o bicarbonato de sódio ou sal de fruta tem o pH por volta de 8,5, sabonete, sabão, sapólio, limpador de fornos todos tem pH de caráter alcalino, o pH do amoníaco depende da concentração de amônia.

Algumas Substâncias Alcalinas
A cinza é uma substância alcalina contendo especialmente potássio (K) ao adicionar água se transforma numa base hidróxido de potássio (KOH).
O cal de pintura ou de reboco, cal hidratada Ca(OH)2 é uma base.
O hidróxido de alumínio solução usada como antiácido na medicina é substância alcalina é base.
O repolho roxo possui substância básica na sua composição. 
A amônia é uma substância com característica alcalina pois em água ela se ioniza liberando a hidroxila OH- produzindo amoníaco.
Leite de magnésia substância usada na medicina na azia digestiva é uma substância alcalina.
A beterraba, brócolis, couve-flor, couve, possuem característica alcalina na sua composição. 

pH e as Bases

O pH e pOH pode ser representado numa escala de cores. As cores a partir do verde azulado indica que o pOH esta situado na escala do pH alto, acima do 7, que é o ponto médio ou neutro da escala dos ácidos e bases. 


As Bases de Arrhenius.


As bases são formadas por um metal o qual é o cátion, a parte positiva e o ânion OH-, a parte negativa da molécula, quando dissociadas geram os dois íons, o ânion oxidrila ou hidroxila OH‾ que é o radical reativo da base e o cátion.

Comprovando Suas Idéias 

Arrhenius comprovou a teoria em prática laboratorial, submetendo substâncias básicas á eletrólise. Essas bases sob influencia de cargas elétricas se decompuseram em água e gás oxigênio, que caminharam para polo positivo e ali se acumulavam como H2O e O2 e obviamente a OH-. Portanto com esse resultado também pode afirmar, que na parte carregada positivamente  (o cátion) da base decomposta, caminhava para a parte negativa. 

pH

O pH das bases é alcalino, acima de 7, quando em contato com o papel tornassol vermelho se torna da cor azul. São corrosivas para muitos metais, tecidos biológicos, celulose e outros materiais com os quais reage fortemente e de modo singular quando estão concentradas. Em solução aquosa são condutoras de eletricidade.
O repolho roxo possui substâncias que lhe dá a característica
alcalina ou básica
Exemplos Das Bases Mais Comuns

NaOH             - hidróxido de sódio
LiOH              - hidróxido de lítio
KOH               - hidróxido de potássio
RbOH             - hidróxido de rubídio
CsOH             - hidróxido de césio
NH3OH           - hidróxido de amônia
CuOH             - hidróxido de cobre I ou hidróxido cuproso
HgOH             - hidróxido de mercúrio I ou hidróxido mercuroso
Ag(OH)          - hidróxido de prata
Ca(OH)2         - hidróxido de cálcio
Ba(OH)2         - hidróxido de bário
Sr(OH)2          - hidróxido de estrôncio
Zn(OH)2         - hidróxido de zinco
Mg(OH)2        - hidróxido de magnésio
Fe(OH)2          - hidróxido de ferro II ou hidróxido ferroso
Pb(OH)2          - hidróxido de chumbo II ou hidróxido plumboso
Cu(OH)2         - hidróxido de cobreII ou hidróxido cúprico
Be(OH)2         - hidróxido de berílio
Fe(OH)3          - hidróxido de ferro III ou hidróxido férrico
Bi(OH)3          - hidróxido de bismuto
Co(OH)3         - hidróxido cobaltico
Au(OH)3         - hidróxido de ouro III ou hidróxido áurico 
Al(OH)3          - hidróxido de alumínio
Pb(HO)4          - hidróxido de chumbo IV ou hidróxido plúmbico
Sn(OH)4          - hidróxido de estanho IV ou hidróxido estânico 
Pt(OH)4           - hidróxido de platina IV ou hidróxido platínico.

                 Bases e a Condução de Corrente Elétrica


As bases dissolvidas na água se dissociam e são boas condutoras de eletricidade. Podemos comprovar esse fenômeno, dissolvendo a substância e submetendo a uma corrente elétrica conforme a demonstração no esquema acima.

Formação das Bases (Produção)

A Formação do Hidróxido de Sódio


A formação industrial do hidróxido de sódio pelo processo eletrolítico a partir do cloreto de sódio.
Na primeira etapa da preparação, que acontece em alta temperatura e alta voltagem ocorre a separação entre o sódio e o cloro, do cloreto de sódio. Após a separação o sódio migra para o ânodo e o cloro migra para o cátodo. O sódio em contato com a água se transforma na base hidróxido de sódio com a liberação de gás hidrogênio.


A reação pode ser esquematizada em duas etapas da seguinte forma:

Primeira etapa.

Segunda etapa
Ou resumidamente a reação fica:
Esse mesmo hidróxido de sódio pode ser obtido industrialmente pela reação:

 Pode-se também conseguir o hidróxido de sódio através do carbonato de sódio pela reação:
Formação do Hidróxido de Cálcio

A cal virgem associado com água, forma a base hidróxido de cálcio ou a cal hidratada.


A Utilização Das Bases de Arrhenius no Cotidiano

Utilidade do Hidróxido de sódio NaOH)

O hidróxido de sódio é utilizado como soda caustica, faz parte da composição do produto de limpeza doméstica amoníaco, na produção de sabonetes, sabões e detergentes.

É utilizado na fabricação de papel no polpeamento com reagente alcalino deslignificante  e branqueamento das fibras de celulose.
Na preparação de fibras de tecidos, pelo processo de mercerização; técnica de John Mercer 1848 com soda caustica a frio, o uso da substância concentrada provoca o entumescimento e hidrofilia das fibras de algodão sob tensão, deixando o tecido mais lustroso e macio.
É empregado na preparação de sabões e detergentes, o hidróxido de sódio se une á porção hidrofílica da molécula do triglicerídio ou do ácido graxo, esse processo consiste na saponificação.

Utilização do Hidróxido de Potássio (KOH)

O KOH é aplicado na fabricação de sabões moles e detergentes, pode dar a este último a consistência líquida, e ainda por não reagir com substâncias como o cálcio ou magnésio contidos em certos tipos de águas tornando-as água dura, substâncias estas presentes nesse tipo de água, podem reagir no processo de saponificação formando o sabão duro insolúvel em água, não produzindo espuma e que pode impregnar-se, por exemplo; nas fibras de tecidos e perderia a sua eficiência de limpeza.
É utilizado em pesquisas, na titulação ácido base, é empregado na fabricação de fertilizantes por ser fonte de potássio, substância química muito necessária ao crescimento das plantas
Por possuir excelente condutividade, o hidróxido de potássio é utilizado como eletrólito em baterias alcalinas secas de níquel–cádmio por exemplo; que permite fluxo elevado de corrente elétrica, e ainda outras, como as de níquel-ferro, dióxido de manganês-zinco etc.


Hidróxido de magnésio (Mg(OH)2)

O hidróxido de magnésio é utilizado como medicamento antiácido no tratamento da acidez estomacal. é empregado também na fabricação de papel.



Este medicamento é utilizado no tratamento de  acidez estomacal e é composto de hidróxido de magnésio, hidróxido de alumínio e hidróxido de cálcio.

Hidróxido de alumínio Al(OH)3

O hidróxido de alumínio associado ao hidróxido de magnésio é utilizado como antiácido no tratamento da acidez estomacal.

Hidróxido de estrôncio Sr(OH)2 é utilizado no refinamento do açúcar de beterraba.

Hidróxido de cobre Cu(OH)2
O hidróxido de cobre é utilizado como fungicida.

Hidróxido de cobalto - Co(OH)2

O hidróxido de cobalto é utilizado na preparação de cores de tintas azul ou rosa. 

Hidróxido de zinco Zn(OH)2

É utilizado na medicina como adsorvente em cirurgias. É empregado como coadjuvante para prolongar o tempo de vida dos eletrodos das baterias de solução níquel. 

Hidróxido de Cálcio Ca(OH)2

É utilizado na preparação de argamassa, de assentamento de tijolos das construções de habitações civis, também é utilizado como cal de pintura de paredes (caiação), é empregado como corretivo de solos ácidos nas lavouras.

Hidróxido de amônio NH4OH

Está presente na composição da solução aquosa do amoníaco, produto de limpeza doméstica.

Hidróxido de Lítio (LiOH)

Uma das aplicações do hidróxido de lítio é na captação ou remoção do gás carbônico do ambiente e a sua transformação em carbonato de lítio (hidrogenocarbonato de lítio). Na Estação Espacial Internacional onde estão alojados os astronautas é empregado esse método para a retirada do gás carbônico do ambiente. A reação é a seguinte:

CO2        +       LiOH   ------Reação ------>   LiHCO

O hidróxido de lítio também pode ser empregado, contido numa base cremosa para alisar os cabelos, age moderadamente, relaxando os fios.

Periculosidade das Bases no Manuseio

O hidróxido de berílio Be(OH)2 deve ser manuseado com proteção pessoal como mascara, luvas especiais, avental ou vestimenta completa especial, por ser muito tóxico e carcinogênico

Classificação Das Bases Quanto ao  Número de Hidroxilas Dissociáveis
Monobases

As monobases possuem uma única hidroxila dissociável na sua estrutura molecular.

Os exemplos das monobases abaixo estão representadas por três fórmulas simplificadas: fórmula molecular condensada, fórmula eletrônica e fórmula estrutural plana.

                                                              Hidróxido de sódio

                                                           Hidróxido de potássio

                                                             Hidróxido de lítio 

                                                         Hidróxido de amônia          


Dibases

As dibases possuem duas hidroxilas dissociáveis na estrutura molecular.

Os exemplos das dibases abaixo estão representadas por três fórmulas simplificadas: fórmula molecular condensada, fórmula eletrônica e fórmula estrutural plana.







Tribases

Os exemplos das tribases abaixo estão representadas por três fórmulas simplificadas: fórmula molecular condensada, fórmula eletrônica e fórmula estrutural plana.

Hidróxido de ferro III

Hidróxido de alumínio




Hidróxido de ouro


Tetrabases

As tetrabases possuem quatro hidroxilas dissociáveis.

O hidróxido de chumbo representado nas fórmulas molecular condensada, eletrônica e fórmula estrutural plana.














O hidróxido de estanho representado nas fórmulas molecular condensada, eletrônica e fórmula estrutural plana.

















O hidróxido de platina representado nas fórmulas molecular condensada, eletrônica e fórmula estrutural plana.

A Dissociação Das Bases em Água 


É importante termos o conhecimentos das bases que são solúveis, parcialmente solúveis e aquelas que são insolúveis. Primeiramente para podermos classificá-las nos grupos das solúveis e das insolúveis. E também é necessário este conhecimento, caso surja a necessidade de diluirmos uma base, sabermos qual o solvente apropriado que devo usar.

Bases Solúveis em água.

Os hidróxidos ou bases totalmente solúveis na água são aquelas formadas pelos metais alcalinos, do grupo  ou coluna 1 ou 1A e 2A da tabela periódica. Todas monobases e as dibases são solúveis na água, isto é; aquelas que possuem apenas uma ou duas hidroxilas na sua estrutura molecular. 









Outras  Bases Solúveis  na Água

As outras  bases solúveis em água são as dibases, pertencem ao grupo  dos metais alcalinos terrosos que estão situados na segunda coluna, ou coluna 2A da tabela periódica. Exemplo:

Ca(OH)2 - hidróxido de cálcio.
Mg(OH)2- hidróxido de magnésio.
Ba(OH)2 - hidróxido de bário.
Sr(OH)2  - hidróxido de estrôncio.

Observe o modelo das moléculas, uma das possíveis disposições das hidroxilas nas dibases que facilitam a sua dissociação.




Hidróxido de cálcio





Hidróxido de bário





A solubilidade do Ca(OH)2 - hidróxido de cálcio a zero grau Celsius, é de 0,185 g em 100 mL de água.
A solubilidade do Mg(OH)2 - hidróxido de magnésio a 18 graus Celsius é de 9 mg por litro de água.

Bases Pouco Solúveis em Água

Al(OH)3 - hidróxido de alumínio.

NH4OH - hidróxido de amônia.

Bases Insolúveis  na Água.


As bases insolúveis em água são aquelas, que ao retirarmos todas as  formadas pelos metais alcalinos, metais alcalinos terrosos, que são solúveis em água; as outras formadas por outros elementos químicos da tabela periódica são insolúveis na água. Por exemplo:

O hidróxido de zinco Zn(OH)2 quase não se dissolve na água. Sua capacidade de dissociação em água, é de uma partícula para 4,5 x 10-17 partículas. Dissolve-se em ácidos, especialmente pelo ácido clorídrico e na solução de hidróxido de sódio.

O hidróxido de cobre II Cu(OH)2 é insolúvel na água. Os seus solventes são hidróxido de amônia e etanol.





O hidróxido de ferro III ou hidróxido férrico é praticamente insolúvel em água. Dissolve-se em ácido forte.







O Aumento do Número Atômico, Pode Indicar o Aumento do Grau de Dissociação em Água da Base

Podemos exemplificar o aumento da dissociação de uma base em água , na mesma família dos metais alcalinos 1A e alcalinos terrosos 2A da tabela periódica, conforme o aumento do seu número atômico da seguinte forma:

Coluna 1A da tabela -  LiOH < NaOH < KOH < RbOH < CsOH

Coluna 2A daTabela - Mg(OH)2 < Ca(OH)2 < Sr(OH)2 < Ba(OH)2

Etapas de Dissociação de Uma Base em Água

O hidróxido de bário Ba(OH)2 é bem solúvel em água e pode dissociar por etapas.

Primeira etapa da dissociação.
Segunda etapa da dissociação

Para ficar mais explicita a afirmação de dissociação de uma base em água, utilizaremos como exemplo uma tribase.

O hidróxido de alumínio é praticamente insolúvel em água. A dissociação na água é de apenas 1,5 mg da substância por litro de água a 20ºC. É solúvel em ácidos, o ácido sulfúrico e o ácido clorídrico são os principais solventes de escolha. 

Dissociação de Bases Por Etapas
            
Dissociação do Hidróxido de Alumínio Por Etapas
             
Primeira etapa de dissociação




Segunda etapa de dissociação da base






Terceira etapa da dissociação da tribase







O hidróxido férrico é quase insolúvel em água.

A Dissociação Alfa Das Bases de Arrhenius - Classificação

Bases Fortes

Grau de Dissociação alfa

A dissociação alfa das bases fortes é 100 % em água liberam o ânion OH-.
Essas bases são formadas a partir dos metais alcalinos e alcalinos terrosos, situados na coluna 1 e 2 da tabela periódica.


Bases Fracas α ˂ 5 %


Um dos exemplos de bases fraca é o hidróxido de ferro III com alfa menor que 5 %.









Outro exemplo é o hidróxido de amônio NH3OH com grau de α = a 1,5 %.

Exercício

Se o grau de dissociação alfa da amônia na água é 1,5%, em 100 gramas de água em que foi colocado 34 gramas de amônia considerando-a pura, quanto dessa amônia irá reagir? 
                       
      A Nomenclatura das Bases                            
 Falta terminar Texto
Exercícios

1) As substâncias alcalinas também podem ser definidas como bases ou hidróxidos de Arrhenius são:

a) compostos que por associação, liberam como íon negativo apenas o ânion hidróxido H+ também chamado de oxidrila.
b) compostos que por dissociação, liberam como íon negativo apenas o ânion hidróxido OH‾ também chamado de oxidrila.
c) compostos que por associação iônica, liberam como íon negativo apenas o ânion hidróxido OH‾ também chamado de oxidrila.
d) substâncias que por sucessão iônica, liberam como cátion apenas o hidróxido OH‾ também chamado de oxidrila.
e) compostos que, em solução aquosa, se dissociam produzindo como íon positivo apenas o cátion hidrogênio (H+).


2) Assinale a alternativa a qual só possui fórmulas representativas de bases.

a) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, NaCl, Ca(OH)2 .
b) KCl, NH4OH, Fe(OH)2, NaCl, H3PO4
c) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, NaCl, Ca(OH)2 .
d) NaOH, NH4OH, Ca(OH)2, Al(OH)3, Pb(OH)4.  
e) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, Au(OH)3, KMnO4 .

3) Assinale a alternativa que só apresenta monobases.

a) NH4OH, KOH, NaOH, LIOH, CuOH.
b) KCl, NH4OH, Fe(OH)2, NaCl, H3PO4.
c) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, NaCl, Ca(OH)2.
d) NaOH, NH4OH, Ca(OH)2, Al(OH)3, Pb(OH)4.  
e) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, Au(OH)3, KMnO4.

4) Assinale a alternativa que possui bases que se dissociam muito bem em água.

a) NH4OH, KOH, NaOH, LIOH, CuOH .
b) NaOH, KOH, LIOH, NH4OH,  RbOH.
c) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, NaCl, Ca(OH)2.
d) NaOH, NH4OH, Ca(OH)2, Al(OH)3, Pb(OH)4.
e) H2SO4, NH4OH, Fe(OH)2, Au(OH)3, KMnO4.

5) Algumas frutas, legumes e verduras podem se enquadrar nos grupos das substâncias que possuem caráter básico ou alcalino. Das alternativas abaixo, assinale a que apresenta substâncias de caráter básico.

a) O alho e cebola possuem substâncias que lhes dão a característica alcalina ou básica.  
b) A uva e o kiwi possuem substâncias que lhes dão a característica alcalina ou básica.
c) A Laranja e o limão possuem substâncias que lhes dão a característica alcalina ou básica.
d) O repolho roxo e o quiabo possui substâncias que lhes dão a característica alcalina ou básica.
e) O tomate e o morango possuem substâncias que lhes dão a característica  alcalina ou básica.   

6) As bases insolúveis, ou pouco solúveis em água são:

a) aquelas que são formadas pelos elementos químicos pertencentes ao grupo 1A da tabela periódica, os metais alcalinos.
b) aquelas que são formadas pelos elementos químicos que pertencem ao grupo 2A da tabela periódica , os metais alcalinos terrosos.
c) aquelas que são formadas pelos elementos químicos que pertencem ao grupo dos metais de transição da tabela periódica.
d) aquelas que são formadas pelos elementos químicos que pertencem ao grupo dos halogênios ou grupo 17 da tabela periódica.
e) com exceção dos grupos 1A e 2A, todas as outras bases formadas pelos demais grupos de elementos químicos da tabela periódica, são insolúveis ou pouco solúveis em água. 

7) Um medicamento utilizado no tratamento da acidez estomacal contém duas bases alcalinas bem conhecidas. Essas duas substâncias são o hidróxido de:

a) alumínio associado ao hidróxido de lítio. 
b) cálcio associado ao hidróxido de ferro.
c) alumínio associado ao hidróxido de magnésio.
d) alumínio associado ao hidróxido de zinco.
e) cobre associado ao hidróxido de zinco.

8) As bases podem ser classificadas de acordo com o número de hidroxilas em: mono, di, tri e tetrabases. Pergunta-se: das alternativas abaixo, são moléculas de monobases apenas:

a) NaOH, Ca(OH)2, Al(OH)3, Pb(OH)4, Fe(OH)3
b) NaCl, Ba(OH)2, LiOH, CsOH, KCl.
c) Ca(OH)2, Mg(OH)2, Sr(OH)2, Ba(OH)2, Zn(OH)2.
d) NaOH, LIOH, KOH, RbOH, CsOH.
e) Al(OH)3, Pb(OH)4, Mg(OH)2, CuOH, NaOH.

9) A amônia é produzida industrialmente pelo processo de Haber, a partir do nitrogênio (N) com o hidrogênio (H). Também é produzida no nosso intestino por bactérias, e sua acumulação no nosso corpo se torna altamente tóxica e pode causar o sintoma de confusão mental. Para sua eliminação do nosso organismo, é metabolizada no fígado em ureia que é excretada pela urina. No mercado há um produto de limpeza que contém amônia chamado de:

a) alvejante cândida. 
b) amoníaco.
c) lysoform. 
d) muriático. 
e) hipoclorito de sódio. 

10) A reação correta da preparação pelo método de eletrólise do hidróxido de sódio é:

a) 2 NaCl       +     2 H2O      reação►         2 NaOH         +      2 H2. 
b) 2 CaCl2     +     2 H2O      reação►         2 NaOH         +      2 H2.
c) 1 NaOH     +     2 H2O      reação►         2 NaCl           +      2 H2.
d) 2 NaCl       +     2 H2O      reação►         2 Ca(OH)2     +      2 H2.
e) 1 NaCl       +     2 H2O2    reação►         2 NaHCO3     +      2 H2.

11) O hidróxido de cobalto - Co(OH)2 tem aplicação n fabricação industrial, Ele é usado: 

a) utilizado como fungicida.
b) na preparação de cores de tintas azul ou rosa. 
c) como antiácido no tratamento da acidez estomacal.
d) no refinamento do açúcar de beterraba.

                                     Bibliografia

Geraldo Camargo de Carvalho, Química Moderna, Vol. 1, Introdução a Atomística, Química Geral Qualitativa Química Geral Quantitativa. Ed. Scipione 3a edição. São Paulo - SP - 1997. 

projeto de experimento para extração de celulose através....-labCEOwww.labceo.com.brbibliografia/archive/files/b-3_80e28e4f21.pdf

VII. jabones. saponinas y detergentes
bibliotecadigital.ilce.edu.mx/sites/.../sec_10.html

Texto em construção

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Colóides

                                                                   Colóides

Dispersão Coloidal

                             A Definição de Dispersões Coloidais

O significado da palavra coloide ou seja, a partícula da dispersão; vem do grego que significa goma ou cola. Dispersão coloidal não é uma solução verdadeira e também não se qualifica como uma mistura grosseira de areia com a água, mas estaria entre esses dois estados físicos de substâncias envolventes.
Portanto, distinguem-se por não poderem ser chamadas de  soluções porque o "particulado" componente, se encontra acima do tamanho limite das partículas de uma solução verdadeira.
Foi o Inglês Thomas Grahan quem melhor definiu como dispersões coloidais, pois teriam as características intermediárias entre mistura homogênea e mistura heterogênea.
              
Características de Substâncias Coloidais

Não atravessam os filtros comuns.
Possuem diâmetros inferiores a 10-4 cm até certo limite.
São visíveis num ultramicroscópio como pontos de luz em movimento.

Os coloides não atravessam a malha de um ultrafiltro.

Substância Dispersa

É necessário que haja mais de uma substância formando uma mistura, para que seja um sistema coloidal, o qual é heterogêneo. A substância dispersa na mistura é a que se encontra em menor quantidade.

Substancia Dispergente

Nessa mistura heterogênea a substância dispergente é a que se encontra em maior quantidade promovendo a dispersão da substância em menor quantidade.


Dispersão Coloidal, Dispergente e Dispersante

Portanto na dispersão coloidal deve existir o disperso e o dispersante. Ao misturarmos maisena (amido de milho) com água, teremos uma dispersão coloidal. O dispergente é a maisena e o dispersante a água.


O leite possui na sua composição o açúcar lactose, gotículas de gordura, proteína caseína e água.
É uma dispersão coloidal devido ao dispergente, a proteína caseina estar dispersa na água que é o seu dispersante (não se considera a lactose e as gotículas de gordura).


                            O Tamanho das Partículas Envolventes

Dimensão dos Coloides

Os coloides, componentes das dispersões coloidais se juntam em agregados de macromoléculas ou macroíons com o diâmetro entre 10 a 1000 angstrons. Esses aglomerados não podem ser observados a olho nu.

Se correlacionarmos os valores, angstron e centímetro teremos os seguintes dados:

1 angstron corresponde a 108 centímetros.

1 angstron corresponde a 108 centímetros = 0,00000001 cm. 
 
10 angstrons corresponde a 107 centímetros = 0,0000001 cm = 1 nanômetro
 
100 angstrons corresponde a 106 centímetros = 0,000001 cm. = 10 nanômetros.
 
1000 angstrons corresponde a 105 centímetros = 0,00001 cm. = 100 nanômetros.

10 000 angstrons corresponde a 10-4 centímetros = 0,0001 cm. = 1000 nanômetros.

100 000 angstrons corresponde a 10-3 centímetros = 0,001 cm. = 10 000 nanômetros.

1000 000 angstrons corresponde a 10-2 centímetros = 0,01 cm. = 100 000 nanômetros.
 
O limite da visão humana a olho nu é de 0,01 mm (milímetro), portanto; o limite máximo do tamanho dos coloides é 100 vezes menor que o alcance da visão humana sem o uso de aparelhos de microscopia.

                                A Carga Das Partículas Dispergentes

Geralmente as partículas pequenas se juntam para formarem o coloide (macromolécula) por ligações intermoleculares. Por sua vez os coloides formados possuem a sua carga elétrica própria, portanto; para ser uma dispersão coloidal deve haver uma carga elétrica nas suas partículas constituintes. A carga elétrica do disperso é igual para todas as partículas do meio, porque é essa carga elétrica que manterá esses coloides equidistantes uns dos outros criando a repulsão ou dispersão. Se a carga do dispergente for positiva todas as suas partículas serão positivas. Se a carga do dispergente for negativa todas as suas partículas serão negativas e se manterão afastadas umas das outras.

                           São Exemplos de Dispersões Coloidais

O ar que nos envolve, neblina, fumaça, inseticida de uso doméstico, espuma de sabão, plasma sanguíneo, leite no estado natural, creme chantilly, cremes hidratantes para a pele, musse para cabelos, maionese, amido de milho em água, geleias, gelatina pronta, doce maria-mole, doce suspiro etc. Também é considerado dispersão coloidal o humor vítreo e o cristalino do olho. Partículas virais suspensas no ar também entram como aerossóis, como no caso dos vírus patógenos infectantes causadores de muitas doenças atuais cujo tamanho médio é de aproximadamente de 50 a 200 nanômetros.

Coloides IV Suspensão


É o sistema formado pela mistura heterogênea que contém a substância dispersante e dispergente. É o sistema coloidal ou seja, um sólido disperso em um líquido. O soluto não dilui no solvente e as partículas possuem o diâmetro acima de 100 nanômetros.

São exemplos de solução: Farinha de trigo misturado na água, o antiácido estomacal hidróxido de magnésio, hidróxido de alumínio e hidróxido de cálcio é uma suspensão medicamentosa. O bactrin (sulfametoxazol e trimetoprima) quimioterápico, usado nas infecções bacterianas é uma suspensão aplicada via oral. 
 
                       Apresentação de Dispersões Coloidais
 
Sol

No sistema coloidal sol, as propriedades das duas substâncias unidas, se apresentam parecidas com líquido, o  disperso está na fase sólida e o dispergente está no estado líquido. 
Esse sistema pode se dividir em liofílico aquele que apresenta maior afinidade entre as partículas dispersas e o solvente, o os liofóbicos, aqueles cujas partículas sólidas não atraem o solvente e formam coágulos. Esses concentrados precipitam facilmente, tendo como exemplo desse sistema a produção das pastas dentais.
Um bom exemplo desse sistema é o sangue, que possui partículas sólidas, as hemácias, plaquetas glóbulos brancos e o plasma a parte líquida.
O creme dental ou pasta de dente, pertence ao sistema sol, que é constituída de parte sólida, o hidróxido de sódio, fluoreto de sódio e triclosano dispersos na líquida. Algumas tintas também pertencem a esse grupo.

Sol Sólido

O vidro é um exemplo de sol sólido e vidro pigmentado.

Gel

A substância coloidal na forma de gel, tem a aparência de um sólido. Mesmo assim o disperso está na forma líquida e o dispersante está na forma sólida. O queijo é um sistema coloidal na forma de gel. Creme para cabelo na forma de gel, gel hidratante para cabelos. O medicamento brimonidina é uma pomada na forma de gel usada no tratamento de rosáceas da face bochechas nariz e testa. 

Aerossol

O dispergente está na fase gasosa e o disperso está na fase líquida (sprays). A fumaça de cigarro também é um aerossol. O SO2  ao se misturar no ar com o SO3 forma um aglomerado disperso no ar uma partícula de aerossol.

                                    Os Aerossois Líquidos
 
Aerosol pode ser definido como material particulado natural ou não, suspenso num gás em movimento contínuo. O dispergente está na fase gasosa e o disperso está na fase líquida.
Exemplo: a neblina, são gotículas de água dispersas no ar. Observe que as moléculas de água podem se agrupar por ligações intermoleculares, por pontes de hidrogênio e formar as partículas do tamanho de um coloide.
Outro exemplo, são os inseticidas de uso doméstico e o  coloide desse aerosol é a partícula ativa. Podemos citar particularmente um deles que pertence aos multi inseticidas, muito usado em residências; do grupo das piretrinas e piretroides com o nome comum de D-aletrina, D-tetramentrina e permetrina, que estão na forma líquida e misturados com o gás propelente que pode ser o gás propano ou butano que produz o spray, jato do aerosol.

                                          Aerosol Sólido

Nesse tipo de dispersão coloidal  o dispergente está na forma gasosa e o disperso está na forma sólida.

Diesel + Combustão Incompleta = Aerosol Sólido

O diesel, especialmente do petróleo é o combustível de veículos automotores como: picapes, jeep, vans, ônibus, caminhões, tratores, motocicletas, que quando mal queimado, ou com combustão incompleta, forma partículas de fuligem, que é liberada pelos escapamentos para a atmosfera na forma de aerosol sólido. 

Fumaça = Aerossol Sólido

Um bom exemplo desse tipo de dispersão coloidal ou aerosol sólido são as micropartículas de poeira dispersas no ar invisíveis a olho nu, ou a fumaça; a qual possui microgrânulos de cinzas dispersas no ar.

Note-se que, se as partículas de poeira ou da fumaça forem grandes o bastante para serem visíveis a olho nu, elas já não são mais coloides.

                                         Espuma Líquida

É uma dispersão coloidal em que o dispergente está na fase líquida e o disperso está na fase gasosa. Essas espumas são envolvidas por um filme líquido, possuem instabilidade, num curto período de tempo ela ela se desfaz.
Um exemplo desse tipo de dispersão sob a forma de espuma líquida é o creme chantilly. Nesse caso é o ar que expande o creme, o ar usado é o gás propelente o óxido nitroso (N2O) gás hilariante que possui alta difusibilidade, e está disperso no creme de leite chantilly.
Outro exemplo para espuma líquida é o musse para cabelos que ajuda a modelar os cachos e realça o volume, da mesma forma que no chantilly, o gás está disperso no creme cosmético expandindo-o, com a diferença que o gás usado é o gás propano ou butano.
Outro característica de espuma líquida, que pode ser representada na forma de dispersão coloidal, possuindo uma fase gasosa e uma fase líquida, pode ser exemplificadas como a espuma de sabão e a espuma para combate a incêndios. A espuma de combate a incêndio pode ser composta de partículas de gás carbônico envoltas por moléculas de água. Existem outras substâncias formadoras de espuma de combate á incêndio, que é formada pelos compostos orgânicos trimetiltrimetileno glicol e hexileno glicol.

                                                               Espuma Sólida

 O doce maria-mole é uma dispersão coloidal na qual os seus componentes o açúcar,  gelatina hidratada, e demais componentes estão misturados.  A clara de ovo um dos constituintes, é a que possui a substância coloidal que se dispersa com ar e depois é solidificada sob calor ou não, formando a espuma sólida. A albumina, essa proteína da clara do ovo, ao batermos com um garfo ou batedeira tem a capacidade de incorporar ar; se mistura a ele e adquire volume.
 
Outro exemplo de espuma sólida é o isopor, com o qual se fazem forros de isopor, caixas de isopor, produtos isolantes de temperatura e som, placas de isopor etc. O isopor é o plástico poliestireno (PS) ou o poliuretano expandido pela injeção de ar na hora da preparação. Um dos gases muito comumente utilizado para a expansão é o pentano.
 
O suspiro é um doce que se apresenta como espuma sólida. É a clara de ovo batida misturada aos poucos com açúcar e depois assado em forno brando.

                                                        Gel
Pectina da laranja cidra. Com a pectina da cidra se faz doces

Gel são as geleias, tipo; geleias de pêssego, geleias de laranja, de amoras. Gel é um tipo de dispersão coloidal em que o dispergente está na fase sólida.
 
O disperso está na fase líquida. Nesse caso a água é o disperso na pectina. 
O dispergente está na fase sólida, no caso da pectina este é o dispersante. O disperso está na fase líquida.
O disperso está na fase líquida porque a molécula de pectina é altamente hidrofílica. Nesse caso a água é o disperso na pectina.
Géis ou seja; no caso das geleias de frutas o colóide ou o dispersante é a pectina e o disperso está na fase líquida. Aquecida é dissolvida, mas ao contrário ao ser resfriada as suas partículas formam um retículo ramificado dando uma consistência semi-sólida .


A pectina é um polímero feito de unidades do monômero ácido galacturônico (C6H10O7), que por sua vez é formado pela ramnose (C6H12O5), arabinose (C5H10O5) ou galactose (C6H12O6),  pela oxidação do seu carbono de numero 6, etc.
É um polissacarídio que está presente na parede de frutas como a maçã, a ameixa, a framboesa, o marmelo, o limão, a laranja, as uvas pretas, o damasco, a tangerina, o pêssego, a pera e em melões etc. Faz parte de suas cascas e polpas, também é o componente das paredes das plantas em geral. Apresenta solubilidade em água e se torna uma substância viscosa ao aquecer e ao resfriar.

A parte interna da casca da laranja é rica em pectina 
Emulsão

Nessa dispersão coloidal o dispergente e o disperso se encontram na fase líquida, primariamente separados por serem substâncias apolares e imiscíveis entre si, necessitam de uma outra substância para se interagirem.

Azeite + Vinagre + Gema de Ovo = Emulsão

Outro exemplo de emulsão é a maionese que nós usamos costumeiramente como nosso alimento. A maionese é composta de azeite vinagre e gema de ovo que quando bem misturada em batedeira ou mesmo liquidificador, com a textura certa, forma a emulsão bem característica que nós conhecemos a maionese.

Petróleo + Água = Emulsão

Na extração e produção do petróleo, muitas vezes, este é encontrado na forma de emulsões de petróleo com água. Quando a emulsão apresenta alto índice de água, estas emulsões tendem a ser estáveis e difíceis de serem quebradas" desse modo ocorre um fator importante que é o econômico. 
As emulsões também se formam na contaminação da água do mar, pelo derramamento de petróleo na água, o que torna difícil a sua remoção e limpeza do local atingido.
Quando misturamos petróleo com água e batemos com forte agitação, obtemos uma mistura de microgotículas de água dispersas no petróleo

Água + Óleo + sabão = Emulsão

Podemos exemplificar mais uma vez esse tipo de transformação da seguinte forma: a água que é polar, mais óleo que é apolar não se misturam. No entanto ao associarmos a água e óleo, o detergente que possui uma de suas extremidades polar, ocorre a homogeneização formando a emulsão.
Isso acontece porque o detergente comporta-se como sal, possui uma das extremidades polar positiva que entra em contato com a parte polar negativa da molécula de água, se juntam numa massa capaz de neutralizar a gordura.


Observe abaixo a forma estrutural plana de uma molécula de sabão.

Esquema de uma molécula de sabão ou detergente.
Observe a parte polar  numa das extremidades.

A figura representa a mesma molécula de detergente acima
com a parte polar, cauda e parte apolar.

O esquema abaixo representa a microgotícula de óleo ou gordura, a molécula do detergente ou sabão com sua cauda, a parte apolar, a parte polar, e a molécula de água.

 Como o detergente tira o óleo da sua mão?

Você já derramou óleo de cozinha nas suas mãos e passou água nela? Você vê que o óleo continua impregnado. No entanto ao passar sabão, sabonete ou detergente e esfregar; cria-se uma pasta (emulsão) que ao lavar é totalmente retirada pela água.

A figura representa a água o detergente e a microgotícula
de gordura apolar, cercada pela parte apolar do detergente

A Ação do Detergente ou Sabão e Água Sobre o Óleo 

Como mostra a figura acima, na extremidade da cadeia carbônica do detergente, na parte polar está a carboxila (COO‾), o oxigênio dessa carboxila de carga negativa, “segura” o sódio ionizado (Na+) que permanece ligado ao detergente dando a configuração final positiva a essa parte da molécula. Por sua vez o sódio com a sua carga positiva, atrai a molécula de água que possui um dos polos negativo, desse modo juntam-se a água e o detergente. No entanto ao atrair a molécula de água, esta possui ligação intermolecular entre elas mais forte que a ligação intermolecular das moléculas de óleo por isso continuam unidas em “blocos de moléculas de água”sem se desfazerem e estes pressionam (no ato mecânico de esfregar as mãos com sabão) as macrogotas de gordura que se rompem em suas ligações intermoleculares, formando microgotículas ou bolinhas microscópicas de gordura que se dispersam. Essas microgotas por não terem saída, pressionadas pela massa de água e detergente unidas por suas extremidades polarizadas, “são empurradas para a parte neutra, indo se alojar na parte apolar, ou seja; na cauda do detergente ou sabão. Como as moléculas do detergente permanecem unidas á massa de água pelas suas partes polares, todas elas se voltam num rearranjo com a parte apolar ou a cauda voltada para uma única direção contrária, formando um circulo apolar, (figura acima) tendo no seu centro a gotícula sem polaridade da gordura, que fica presa nesse local. Ao lavar (as mãos ) com água, esta remove totalmente; tanto o detergente como a gotícula de gordura presa a ele. 

Como São Separados os Constituintes Das Dispersões Coloidais

A observação dos colóides das dispersões é feita por ultramicroscópios.
A separação é feita por:
Ultrafiltragem – utilização de ultrafiltros.
Ultracentrifugação – centrífugas com 60.000 rpm (rpm = rotações por minuto).
Diálise. 
Eletroforese.

Diálise


Diálise é o processo de separação de impurezas ou produtos tóxicos solúveis num dispergente. 
O sangue é um a dispersão coloidal com um nível de colóides estabilizado pelo organismo e em geral pelos rins. 

A Hemodiálise e o Sangue

O Que é o Sangue?  Componentes do Sangue.

Primeiramente deveremos ter uma visão geral da função e composição do sangue para defini-lo como uma dispersão coloidal.

O metabolismo celular é o conjunto de reações químicas, de síntese de novos componentes, de remoção de células mortas, ou dos seus restos celulares dessa degradação a nível celular, de aproveitamento dos nutrientes levados pelo sangue até esses locais e após cumprirem suas funções, geram substâncias tóxicas que retornam para a circulação sanguínea e devem ser eliminadas pelo organismo, através da filtração do sangue.
Os componentes do sangue ou do plasma sanguíneo são: os glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas. Esses componentes não são colóides por possuir o tamanho acima do especificado para um colóide.  

No entanto há outros componentes do sangue, que são os gasosos; gás oxigênio (O2), gás carbônico (CO2), eletrólitos; Na+,K+, Ca2+,Mg2+, Cl‾, HCO31, SO42sais minerais, não eletrólitos; glicose, aminoácidos, proteínas, enzimas, hormônios, uréia, creatinina, lactato, lipídios, etc.

Alimentos Que Proporcionam o Aumento de Alguns Desses Eletrólitos no Organismo

O Fósforo, Potássio e o Sal na Dieta Alimentar e Sua Concentração Plasmática 
 
O Fósforo principalmente na forma de fosfatos é essencial ao organismo humano e normalmente temos uma concentração balanceada no plasma sanguíneo.  
Todo ser humano deve ter uma dieta balanceada a base de nutrientes que contenham esse eletrólito devido ser necessários ao organismo. Os alimentos que contém proporções maiores desse elemento químico são: a carne bovina, de frango, de peixe, ele aparece nos queijos, no leite, nos iogurtes, na carne de porco, em ovos, no feijão, na ervilha, nas lentilhas, no grão-de-bico, na soja, na sardinha, linguiça, fígado, salsicha, e outros alimentos como o amendoim, a castanha de cajú, as nozes, avelãs, e também no refrigerante coca-cola, e na cerveja.
O potássio também muito necessário ao nosso organismo entra pela ingestão de alimentos ricos nesse eletrólito. Ele está presente principalmente em frutas como o abacate, a banana, o açaí, a uva, a mexerica, nectarina, na jaca, na goiaba, mamão, maracujá, kiwi, damasco, graviola, no figo e no melão, tomate, no extrato de tomate, em frutas secas como a ameixa e o damasco, em legumes como o feijão, grão-de-bico soja, nas verduras  agrião, almeirão, escarola, o repolho, da família das solanáceas o pimentão, da família dos tubérculos a cenoura, da família das Cucurbitaceae o pepino, da família das betuláceas a avelã, da família das castanhas as nozes. Também aparece no chocolate, no caldo de cana e no sal light.
O sal é outro eletrólito muito solicitado pelo organismo na forma do cátion sódio Na+, aparece em grandes quantidades nos embutidos como o presunto, está presente na mortadela, no bacon, na linguíça, nos salames, em salsichas, no molho de mostarda, nos catchups, nos molhos de soja, nos cubos de temperos a base de  caldo de carne ou de galinha, em sopas e salgadinhos.
Com o aumento da ingestão desses alimentos ocorre o aumento, principalmente do fósforo, do potássio e do sal no nosso organismo.  Consequentemente ocorre o controle de seu nível plasmático pela função excretora renal num indivíduo que tenha os rins funcionando normalmente.


A Água e os Pacientes Com Deficiência Renal Crônica Severa
  
Pacientes com deficiência renal crônica séria, que perdeu por exemplo, 90% de sua capacidade de filtração, devem tomar uma quantidade de água bem restrita e indicada pelo médico. Se um paciente normal urinar 2 litros por dia ele pode tomar água normalmente. Porém se o rim de um paciente não filtrar a água ingerida haverá o acumulo no organismo, que levará a outros problemas com mesmo grau de seriedade. 
  
Os Medicamentos e os Pacientes Com Deficiência Renal Crônica Severa
  
Os pacientes que se servem normalmente da diálise não devem tomar nenhum tipo de medicamento sem o acompanhamento médico.


Patologias Que Podem Influenciar o Nível Das Substâncias Plasmáticas
  
Os rins podem sofrer parada de funcionamento por alguns dias e depois voltar a funcionar normalmente por exemplo:, numa infecção renal aguda, pelas toxinas de medicamentos, ou de alguns tipos de contrastes que o indivíduo toma, e até mesmo numa hipertrofia prostática. Nesse caso não haverá problemas mais sérios para o paciente que volta a ter a funcionalidade renal e a vida normal.
  
Outro problema é o déficit cardíaco, quando o coração não tem força suficiente para bombear o sangue, que não chega com a pressão suficiente por volta de  70 a 80 mmHg necessária para que haja a filtração pelos rins. Problemas também acontecem numa hemólise quando é liberada grande quantidade de hemoglobina na circulação e ocorre danos nos túbulos renais.
Outros problemas que comprometem a função renal são a hipertensão arterial, rim policístico, cálculo renais, o diabetes todos esses podem causar danos aos rins
 
As patologias mais sérias que perduram e podem impedir a filtração do sangue pelos rins são a glomerulonefrite, nefrose ,nefropatias, essas é que levam a insuficiência renal aguda (IRA) ou insuficiência renal crônica, que por sua vez pode ser chamada de oligúria ou anúria irreversível o que caracteriza respectivamente a diminuição ou parada da produção da  urina. Essa perda da função renal, causa o aumento das substâncias tóxicas dissolvidas no plasma sanguíneo.
 
A insuficiência renal com a perda de capacidade entre 50 até 75% são controláveis por dietas, menor ingestão de alimentos de água etc. No entanto quando a perda da capacidade de funcionamento renal atinge 90% por períodos prolongados sendo  irreversível suas condições fisiológicas. Nesse caso se o paciente estiver de certa forma saudável, é aí que se entra com a diálise.
  
Períodos Que o Paciente Passa a frequentar as Seções de Hemodiálise
   
O Sistema renal filtra o nosso sangue continuamente, porem o rim artificial filtrará o sangue apenas por algumas horas por dia; 4 horas diárias, por dias intercalados da semana, segundo especialistas pelo menos 12 horas semanais divididas em sessões devem ser feitas, mas isso já equivale a uma condição de vida praticamente bem aceitável em termos de normalidade.


Sala de hemodiálise com os seus respectivos aparelhos
O Processo da Diálise

Aparelho de uso somente em clínica especializada de hemodiálise.

Contra Indicação Para a Hemodiálise

Pacientes com hipercalemia, ou seja; com o aumento excessivo de potássio (K+) no plasma sanguíneo, ou com hipocalemia que é a baixa desse eletrólito plasmático e também aqueles que apresentam anomalias de coagulação sanguínea incontroláveis, esses não devem realizar a hemodiálise.

Efeitos Indesejáveis

No decorrer do processo da remoção artificial de impurezas do sangue, pode ocorrer em certos pacientes desconfortos como náuseas e hipotensão arterial. 

A Máquina e o Campo Magnético

A máquina funciona com um potencial elétrico consideravelmente forte, o que possibilita a formação de um campo magnético ao seu redor. Por isso objetos receptores de ondas eletromagnéticas, intercomunicadores sonoros, ou aparelhos eletrônicos como o rádio, televisão, celulares são capazes de interferirem ou sofrer interferência.

Hemodiálise – A Química Presente

Antes de se começar uma diálise, é necessário efetuar a lavagem e desinfecção química e térmica do aparelho, usando água aquecida e especialmente tratada para esse fim.

Os Líquidos Utilizados no Dialisador

Existem dois recipientes acoplados á máquina com líquidos concentrados, um com o concentrado de bicarbonato e outro com o concentrado ácido (ou acetato do vinagre). Existe ainda a introdução da água tratada por osmose reversa.

A preparação do Dialisante

Para que haja o ajuste iônico é necessário misturar o concentrado de bicarbonato com o  concentrado ácido (ou acetato) e a água.
O ajuste é feito através de bombeamento (bombas) cada substância está separada uma da outra e seguem cada uma por seu tubo próprio, em proporções certas de bicarbonato, do ácido e da água até se encontrarem e se misturarem e seguirem por um tubo plástico único.
Em seguida a mistura passa por uma outra bomba de desgaseificação para retirar bolhas de ar que porventura são formadas no processo. Daí prosseguem pelo tubo único até o dialisador. Todo esse processo é o da preparação do dialisante que contém: sódio (Na+), potássio (K+), cálcio (Ca++), magnésio (Mg++), cloro (Cl-), e acetato. Em seguida esse líquido dialisante é ajustado ou calibrado por bombas para a pressão compatível com a do sistema vascular humano e com o seu equilíbrio iônico correto.
Estando pronto para iniciar a operação da diálise é necessário uma verificação da pressão das bombas, ou do líquido dialisador e a calibração das pressões do liquido dialisador e do sangue que passa pela máquina.

O Filtro – O Dialisador

Para utilização dos filtros ou dialisadores, as embalagens não devem estar violadas. Existem vários tipos e modelos de dialisadores, alguns deles são descartáveis e outros podem ser reaproveitáveis. Segue-se desse modo as normas de limpeza desses filtros reutilizáveis.
Com tudo pronto para o início, conecta-se um tubo na artéria do paciente com a máquina, que no nosso caso é o modelo 4008H/S.


A figura mostra o dialisador conectado á máquina


 A Dialização

O sangue flui para o tubo do aparelho e segue para o interior da máquina, onde é heparinizado (anticoagulante) por uma bomba de heparina e segue até o dialisador. O sangue chega até o dialisador que está acoplado á máquina, aí também se encontra o dialisante, que passa por tubos porosos paralelos ao do sangue.
O sangue circula pela serpentina na mesma pressão que a do líquido dialisante, entrando em contato com esse líquido por intermédio de poros de membrana que só deixam passar as substâncias tóxicas, os cátions ânions e coloides em excesso. Em alta concentração do lado do sangue, essas substâncias difundem pelos poros de membrana para o líquido de diálise de baixa concentração.

O líquido dialisador carregado com o excesso de ânions, cátions, coloides e outras substâncias tóxicas retirados do sangue, sai do dialisador e vai para o descarte.
O sangue purificado vai para a câmara de gotas venosa.
No final o sangue que saiu do dialisador, chega á câmara de gotas, método com o qual se evita bolhas de ar no sangue que volta para o paciente, reentrando via sistema venoso.
Terminada toda a operação, o sangue restante do aparelho deverá ser reintroduzido no paciente.


                                       Avaliação de Dispersões Coloidais

Questões

 1) Podemos definir a palavra coloide e dispersão coloidal como:
   
a) a partícula dispersa; que significa goma ou cola. Dispersão coloidal não é uma solução verdadeira e também não se qualifica como mistura heterogênea.
b) aglomerados componentes das dispersões coloidais que se juntam em dispersantes de macromoléculas ou macro íons com o diâmetro de dimensões entre 10 a 1000 ângstrons, esses aglomerados não podem ser observados a olho nu.
c) a partícula dispersa; que significa goma ou cola. Dispersão coloidal é uma solução verdadeira e também se qualifica, como mistura heterogênea.
d) a partícula dispersa; que significa goma ou cola. Dispersão coloidal não é uma solução verdadeira, mas se qualifica como mistura homogênea.
e) a partícula dispersante; que significa goma ou cola. Dispersão coloidal é uma solução verdadeira e também se qualifica, como mistura saturada.

2) Em relação aos coloides e suas dimensões podemos dizer que são os componentes

a)   das dispersões coloidais que se aglomeram em dispersões de macromoléculas ou macroíons com o diâmetro de dimensões entre 10 a 1000 cm. Esses dispersantes podem ser observados a olho nu.
b)  das dispersões coloidais que se dispersam em agregados de macromoléculas ou macro íons com o diâmetro de dimensões entre 10 a 1000 mm. Esses aglomerados podem ser observados a olho nu.
c) das dispersões coloidais que se juntam em agregados de macromoléculas ou macro íons com o diâmetro de dimensões entre 0,1 a 0,001 angstron. Esses aglomerados podem ser observados a olho nu.
d) das dispersões coloidais que se juntam em agregados de macromoléculas ou macro íons com o diâmetro de dimensões entre 10 a 1000 angstrons. Esses aglomerados não podem ser observados a olho nu.
e)  dos dispergentes coloidais que se juntam em agregados de micromoléculas ou micro íons com o diâmetro de dimensões entre 1 a 1000 angstrons. Esses aglomerados não podem ser observados a olho nu.

 3) A respeito de dispersante e disperso podemos afirmar que numa dispersão coloidal:
  
a)  deve existir o disperso. Ao misturarmos maisena (amido de milho) com água, teremos uma dispersão coloidal. O dispergente é a maisena e  a água.
b)  deve existir o disperso e o dispersante. Ao misturarmos maisena (amido de milho) com água, teremos uma dispersão coloidal. O dispergente é a maisena e o dispersante a água.
c)  deve existir o disperso e o dispersante. Ao misturarmos maisena (amido de milho) com água, teremos uma solução coloidal. O dispergente e o dispersante é a maisena.
d) os coloides são os componentes das dispersões coloidais que se juntam em agregados de macromoléculas ou macro íons com o diâmetro de dimensões entre 10 a 1000 ângstrons. Esses aglomerados podem ser observados a olho nu.
e) o dispersante e disperso podem ser definidos como materiais particulado naturais ou não suspenso num gás em movimento contínuo.

 4) Com relação a carga elétrica, geralmente as partículas pequenas se juntam para formarem o coloide (macromolécula) por ligações intermoleculares. Por sua vez os coloides formados possuem a sua carga elétrica própria que é:

a)  diferente disperso  para todas as partículas do meio, porque é essa carga elétrica que manterá esses coloides juntos uns dos outros criando a repulsão ou dispersão.
b) nula numa dispersão coloidal, portanto deve existir o disperso e o dispersante. Ao misturarmos maisena (amido de milho) com água, teremos uma dispersão coloidal. O dispergente é a maisena e o dispersante a água.
c) é igual a carga elétrica do disperso  para todas as partículas do meio, porque é essa carga elétrica que manterá esses coloides equidistantes uns dos outros criando a repulsão ou dispersão.
d) é igual a carga elétrica do dispergente  para todas as partículas do meio, porque é essa carga elétrica que manterá esses coloides equidistantes uns dos outros criando a aproximação.
e) é igual a carga elétrica do disperso e dispergente  para todas as partículas do meio, porque é essa carga elétrica que manterá esses coloides emparelhados uns com os outros criando a repulsão ou dispersão.

5) Aerosol pode ser definido como material particulado natural ou não, suspenso num gás em movimento contínuo. Assinale a alternativa correta.

a) No aerosol sólido, nesse tipo de dispersão coloidal  o dispergente está na forma sólida e o disperso está na forma gasosa. Um tipo aerosol sólido são as micropartículas de poeira dispersas no ar.
b) No aerosol sólido, nesse tipo de dispersão coloidal  o dispergente está na forma gasosa e o disperso está na forma líquida. Um tipo aerosol líquido são as micropartículas de poeira dispersas no ar.
c) No aerosol sólido, nesse tipo de dispersão coloidal  o dispergente e o disperso estão na forma gasosa. Um tipo aerosol sólido são as micropartículas de poeira dispersas no ar.
d) É uma dispersão coloidal em que o dispergente está na fase líquida e o disperso está na fase gasosa.
e) No aerosol sólido, nesse tipo de dispersão coloidal  o dispergente está tanto na fase gasosa quanto na forma líquida e o disperso está na forma sólida. Um tipo aerosol sólido são as micropartículas de poeira dispersas no ar.

6) Aerosol líquido pode ser definido como material particulado natural ou não suspenso num gás em movimento contínuo. Assinale a alternativa correta. Nessa dispersão:

a)  coloidal o dispergente e o disperso se encontram na fase líquida, primariamente separados por serem substâncias apolares e imiscíveis entre si, necessitam de uma outra substância para se interagirem.
b) o dispergente está na fase gasosa e o disperso está na fase líquida. Um bom exemplo desse tipo de dispersão é a neblina em que o disperso está na fase líquida e o dispersante na fase gasosa.
c)  o dispergente está na fase sólida e o disperso está na fase líquida. Um bom exemplo desse tipo de dispersão é a neblina em que o disperso está na fase líquida e o dispersante na fase gasosa.
d) o dispergente está na fase gasosa e o disperso está na fase sólida. Um bom exemplo desse tipo de dispersão é a neblina em que o disperso está na fase líquida e o dispersante na fase gasosa.
e) coloidal o dispergente e o disperso se encontram na fase sólida, primariamente, separados por serem substâncias iônicas e miscíveis entre si, necessitam de uma outra substância para se interagirem.

 7) Para retirar o óleo de uma superfície impregnada usamos sabão. A ação do sabão é de “quebrar” as ligações intermoleculares das gotas de óleo e reduzi-las a microgotículas que são depois isoladas pelas mesmas moléculas do sabão e depois retiradas com água no ato de lavagem. Essa dispersão:

a)  coloidal é uma emulsão.
b)  coloidal é um aerosol líquido.
c)  coloidal é um gel.
d)  coloidal é um sol ou hidrossol.
e)  é um sol sólido.

8) Com relação ao estado físico de um gel podemos afirmar que:

a) os géis são as geleias, tipo; geleias de pêssego, geleias de laranja, de amoras. Gel é um tipo de dispersão coloidal em que o dispergente está na fase gasosa.
b) essa dispersão coloidal se comporta como um aerosol líquido.
c) nessa dispersão coloidal tanto o dispergente como o disperso está na fase sólida.
d) essa dispersão coloidal é um sol ou hidrossol.
e) os géis são as geleias, tipo; de pêssego, de laranja, de amoras. Gel é um tipo de dispersão coloidal em que o dispergente está na fase sólida.

9) Com relação ao estado físico de um gel podemos afirmar que:

a) os géis são dispersões em que tanto o dispergente a água como os disperso a proteína pectina se apresentam na fase líquida.
b) os géis são dispersões em que tanto o dispergente a água como o disperso, a proteína pectina se apresentam na fase sólida.
c) o disperso está na fase líquida. Nesse caso a água é o disperso na pectina.
d) essa dispersão coloidal é um sol ou hidrossol, porque a albumina substância albuminoide é a gelatina formadora do gel.
e) a gelatina que nos preparamos em casa como sobremesa nas refeições é uma substância que pertence ao grupo gel, porque o dispergente se encontra na fase líquida e o disperso na fase sólida.

10) Podemos explicar substâncias no estado sol como:

a) os géis, que são dispersões em que tanto o dispergente, a água como os disperso o polissacarídio pectina se apresentam na fase líquida.
b) gelatinas industrializadas, as quais tem capacidade de atrair água e se transformar em pasta. Nesse caso o dispergente é a água que está na fase líquida e o disperso o pó da gelatina na fase sólida.
c) o disperso que está na fase líquida. Nesse caso a água é o disperso na pectina.
d) uma dispersão coloidal sol ou hidrossol, porque o dispergente se encontra na fase líquida e o disperso na fase sólida.
e) uma gelatina que nos preparamos em casa, como sobremesa para as refeições. Ela é  uma substância que pertence ao grupo gel, porque o dispergente se encontra na fase líquida e o disperso na fase sólida.

11) Podemos dizer que entre os componentes do sangue estão os:

a) géis que são as dispersões em que tanto o dispergente o plasma como os dispersos  se apresentam na fase líquida.
b) eletrólitos, as proteínas albuminas, anticorpos globulinas, as hemácias que são os glóbulos vermelhos, os leucócitos, as células brancas de defesa do organismo e as plaquetas que atuam no processo de fechamento de rupturas de vasos sanguíneos.
c) não eletrólitos, que são os compostos inorgânicos os quais são: os ácidos, as bases, os sais e os óxidos. 
d) não eletrólitos: a glicose, os aminoácidos, as proteínas, as enzimas, os hormônios, a  uréia, creatinina, lactato, lipídios, etc.   
e) compostos da albumina que nos preparamos em casa como sobremesa nas refeições é uma substância que pertence ao grupo gel, porque o dispergente se encontra na fase líquida e o disperso na fase sólida.

12) Na dialisação, o sangue flui para o tubo do aparelho dialisador e segue para o interior da máquina, onde é heparinizado com anticoagulante por uma bomba de heparina, daí continua até o dialisador. Ai o sangue circula pela serpentina na mesma pressão que a do líquido dialisante, entrando em contato com esse líquido por intermédio de poros de membrana que só deixam passar as substâncias tóxicas, os

a) cátions, ânions, coloides e outras substâncias nocivas que são retirados do sangue.
b)  hormônios, enzimas, a  ureia, creatinina, lactato, lipídios do sangue.
c)  eletrólitos, as proteínas albuminas, anticorpos globulinas, as hemácias do sangue. 
d)  ácidos, as bases, os sais e os óxidos do sangue. 
e) monômero ácido galacturônico, ramnose, arabinose ou galactose do sangue.

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